terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Vamos a celebrar a estupidez humana!

Exatamente hoje, faz 70 anos a libertação dos judeus dos campos de Auschwitz... Foram as tropas soviéticas, um dos países aliados, quem primeiro chegou, mas os nazistas já  tinham mandado inúmeros judeus para a 'marcha da  morte' em direção oeste... foram encontrados mais de 300 mil vestidos e mais de 800 mil ternos, quilos de cabelos humanos, os quais foram enviados para alguns empresários Alemães que tinham tecelagens que fabricavam tecidos de cabelos humanos... o nazistas destruíram a maior parte dos alojamentos para escaparem da acusação de genocídio, porém, algumas câmaras de gás ficaram de pé! Só de imaginar, nos causa arrepios a mobidez disso tudo; eu, por exemplo, não sabia que os Alemães fabricavam tecidos com os cabelos humanos, com certeza, através da agressividade do escalpelamento. Que lição tiramos desse episódio lamentável? Falo nós, enquanto seres humanos, o que aprendemos? A lutar pela formação de países que pregam supremacia religiosa, supremacia racial, supremacia de gênero,  supremacia econômica a todo custo? Ora, a História já  mostrou que esse argumento de supremacia, seja de qualquer coisa, é  balela. É  só  desculpa pra degolar, fuzilar, estuprar, sequestrar, boicotar, praticar terrorismo matando milhões de inocentes... O genial e ainda atual poeta Renato Russo já  dizia: 'Vamos celebrar a estupidez humana'... Somos estupidamente estúpidos, dos seres vivos somos os mais estúpidos e a tendência é nos idiotizar ainda mais, pois o nosso dia a dia é tão  egoísta que nos faz acreditar que somos autossuficientes e não interdependentes... Nascemos só e morremos só, mas viver só é arte para poucos super heróis, tanto é  verdade que se conta nos dedos as pessoas totalmente isoladas de outros e do mundo, os ermitões ou eremitas. Por isso afirmo que, mesmo após a vergonha da campanha de extermínio dos Judeus pelos Alemães, nada aprendemos senão celebrar a estupidez humana e nos recolher no nosso mundo egoísta e assistir tudo de longe, como se fosse um filme, ficção e não uma bala perdida que passa pertinho de nós, tão pertinho que sentimos o ventinho do esvoaçar do nosso cabelo... E assim, vamos vivendo, até que a bala não nos atinja. 'Vamos celebrar a estupidez humana!'
Não  me preocupei com os parágrafos e pontuações porque postei isso no Whats App da  minha família Buscapé.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Como começo?

 O título do post é exatamente este: "Como começo?" Sinceramente, não faço a menor ideia. O fato é que gosto de pensar! Às vezes penso demais... Gosto tanto de pensar que penso até dormindo, pois meus sonhos são verdadeiros roteiros com início, meio e fim. Não sou intelectual, jornalista ou coisa do tipo, sou apenas uma pensadora média que viaja de vez em quando sem sair do lugar. Nunca tive vontade de criar um blog, mas não me aguentava mais de só pensar e decidi compartilhar... Maria vai com às outras!
 Preciso me apresentar: Oi! O meu nome é Mônica Falcão Rios, brasileira, casada, futura ex-advogada (tema para outro post), estudante de Design de Interiores, candidata à vaga de Propagandista Farmacêutica, mãe, eclética, dona da verdade, contestadora, persuasiva, curiosa; mas o meu traço mais peculiar, além de pensar muito e a todo momento, é falar demais. Falo tanto que no fim do dia estou rouca e surda de tanto me ouvir, porque sim falo alto. Então, para tentar dar um descanso aos meus ouvintes usuais, decidi começar esse blog. Mentira, lá em novembro, quando eu me inscrevi no "Blogger", estava tentando ver uma forma mais prazerosa de trabalhar, afinal, pretendo, verdadeiramente, ser uma futura ex-advogada. Bem, se não der certo como trabalho, dará certo como um diário; memórias de miscelâneas da minha vida ou da vida de outras pessoas.
 Mas, como já disse, não faço ideia de como começar. Quantas linhas devo escrever? Aprendi com o meu professor de Redação do 3º ano, Professor Zé Gomes, que as dissertações deveriam ter cinco parágrafos de mais ou menos 5 linhas. Sobre o que falar? Gosto de quase tudo: decoração de interiores e de eventos; música de todo tipo; causos do meu avô Piroquinha (podem ter certeza de será recorrente no meu blog, que privilégio ter um blog só pra mim) e da Família Buscapé ("Família Rios" do Brasil é uma só família, pra quem não sabe); algumas bobagens pensadas faladas e arrependimentos. 
 O negócio aqui pode não dar muito certo, afinal, como arrumar uma cabeça tão bagunçada e cheia de coisinhas aqui e ali pra contar. Assim, mesmo sem saber como começar, vou começar, porque já pensei muito e nada fiz, além disso, o meu pequeno público de 15 visualizações - vai saber se não fui eu mesma quem visualizei -  não merece esse silêncio.
 Até a próxima postagem.