Exatamente hoje, faz 70 anos a libertação dos judeus dos campos de Auschwitz... Foram as tropas soviéticas, um dos países aliados, quem primeiro chegou, mas os nazistas já tinham mandado inúmeros judeus para a 'marcha da morte' em direção oeste... foram encontrados mais de 300 mil vestidos e mais de 800 mil ternos, quilos de cabelos humanos, os quais foram enviados para alguns empresários Alemães que tinham tecelagens que fabricavam tecidos de cabelos humanos... o nazistas destruíram a maior parte dos alojamentos para escaparem da acusação de genocídio, porém, algumas câmaras de gás ficaram de pé! Só de imaginar, nos causa arrepios a mobidez disso tudo; eu, por exemplo, não sabia que os Alemães fabricavam tecidos com os cabelos humanos, com certeza, através da agressividade do escalpelamento. Que lição tiramos desse episódio lamentável? Falo nós, enquanto seres humanos, o que aprendemos? A lutar pela formação de países que pregam supremacia religiosa, supremacia racial, supremacia de gênero, supremacia econômica a todo custo? Ora, a História já mostrou que esse argumento de supremacia, seja de qualquer coisa, é balela. É só desculpa pra degolar, fuzilar, estuprar, sequestrar, boicotar, praticar terrorismo matando milhões de inocentes... O genial e ainda atual poeta Renato Russo já dizia: 'Vamos celebrar a estupidez humana'... Somos estupidamente estúpidos, dos seres vivos somos os mais estúpidos e a tendência é nos idiotizar ainda mais, pois o nosso dia a dia é tão egoísta que nos faz acreditar que somos autossuficientes e não interdependentes... Nascemos só e morremos só, mas viver só é arte para poucos super heróis, tanto é verdade que se conta nos dedos as pessoas totalmente isoladas de outros e do mundo, os ermitões ou eremitas. Por isso afirmo que, mesmo após a vergonha da campanha de extermínio dos Judeus pelos Alemães, nada aprendemos senão celebrar a estupidez humana e nos recolher no nosso mundo egoísta e assistir tudo de longe, como se fosse um filme, ficção e não uma bala perdida que passa pertinho de nós, tão pertinho que sentimos o ventinho do esvoaçar do nosso cabelo... E assim, vamos vivendo, até que a bala não nos atinja. 'Vamos celebrar a estupidez humana!'
Não me preocupei com os parágrafos e pontuações porque postei isso no Whats App da minha família Buscapé.
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